Habitação coordena vistoria em prédio ocupado no Jardim N. Sra Auxiliadora

Técnicos da Coordenadoria Especial de Habitação Popular, ligada à Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) coordenaram uma vistoria ao prédio ocupado por 60 famílias na Rua Adalberto Ferraz de Abreu, n.88, no Jardim Nossa Senhora Auxiliadora, na tarde da última sexta-feira, 11 de maio.
Técnicos da Coordenadoria Especial de Habitação Popular, ligada à Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) coordenaram uma vistoria ao prédio ocupado por 60 famílias na Rua Adalberto Ferraz de Abreu, n.88, no Jardim Nossa Senhora Auxiliadora, na tarde da última sexta-feira, 11 de maio.
A força tarefa, que contou com funcionários da Habitação, Departamento de Urbanismo, Defesa Civil, Vigilância Sanitária e Guarda Municipal, visitou cada um dos 12 andares do edifício que está abandonado há cerca de vinte anos.
A força tarefa, que contou com funcionários da Habitação, Departamento de Urbanismo, Defesa Civil, Vigilância Sanitária e Guarda Municipal, visitou cada um dos 12 andares do edifício que está abandonado há cerca de vinte anos.
De acordo com o diretor da Cehap, Edison Cunha, não somente este edifício, mas todos os prédios ocupados passam por constante verificação.
De acordo com o diretor da Cehap, Edison Cunha, não somente este edifício, mas todos os prédios ocupados passam por constante verificação.
Nós estamos sempre monitorando esses locais, conversando com as famílias e orientando para que façam o cadastro habitacional na Cohab-Campinas. Vamos repetir ações de monitoramento deste tipo em outros prédios ocupados”, afirmou.
Nós estamos sempre monitorando esses locais, conversando com as famílias e orientando para que façam o cadastro habitacional na Cohab-Campinas. Vamos repetir ações de monitoramento deste tipo em outros prédios ocupados”, afirmou.
Para o secretário municipal de Habitação e presidente da Cohab-Campinas, Samuel Rossilho, o ideal seria que o prédio fosse desocupado.
Para o secretário municipal de Habitação e presidente da Cohab-Campinas, Samuel Rossilho, o ideal seria que o prédio fosse desocupado.
A notificação já foi feita a um representante da família, mas o proprietário ainda não entrou na Justiça com pedido de reintegração de posse. Enquanto não acontece a desocupação, o poder público acompanha de perto a situação cuidando para que a estrutura sofra a menor degradação possível e, acima de tudo, que as vidas dos ocupantes sejam preservadas”, concluiu.
A notificação já foi feita a um representante da família, mas o proprietário ainda não entrou na Justiça com pedido de reintegração de posse. Enquanto não acontece a desocupação, o poder público acompanha de perto a situação cuidando para que a estrutura sofra a menor degradação possível e, acima de tudo, que as vidas dos ocupantes sejam preservadas”, concluiu.